segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Foi uma grata e gentil surpresa receber o convite e a posterior realização da entrevista que o Blog dos Ignorados Pelo Estado, nossos irmãos, fez com esse amigo de vocês. Eis aí uma parte dela:

1 – Como surgiu a idéia do Sistema Clandestino?
William: Surgiu de uma conversa ou troca de informações entre um ex-combatente clandestino chamado Jefferson, Matheus Apple e eu num instante iluminado onde confrontamos explicações religiosas e terrenas para situações geradas pela falta de capacidade humana em respeitar a vida do outro e também a falta que isso causa nas constituições que deixam a margem os direitos das minorias. Então, decidimos que eu escreveria coisas que relatassem tais verdades e formaríamos uma banda ou projeto semelhante a fim de divulgar nossos pensamentos.

2 – Quando o Sistema Clandestino passou a ser uma trincheira de luta dos Direitos Humanos?
William: Bom, não gosto do rótulo Direitos Humanos, prefiro Direitos Universais com Base no Amor Fraterno. Passou quando começamos a causar reações no inimigo e adeptos, simpatizantes com o que falamos tomaram conhecimento do conteúdo.

3 – Qual a ligação que o [SC] possui com outras movimentações alternativas no mesmo sentido?
William: Naturalmente acontecem essas ligações. Grupos e movimentos que defendem bandeiras semelhantes ao que o Sistema Clandestino também defende acabam sempre se encontrando e desse encontro surge uma nova possibilidade de rede.

4 – A realidade do autor William Contraponto está vinculada de alguma maneira às composições que faz?
William: Certamente. Tudo o que escrevo é com forte vinculo ao que vivencio. Do contrário, seria hipócrita ou um ator interpretando.

5 – A visão política doWilliam é...
William: Libertária em cores (risos).`

6 – A religião do Contraponto é...
William: Espiritualmente mística e atéia.

7 – Isso quer dizer Contraponto, entendi. Mas para fechar diga o próximo passo nessa estrada ou via alternativa?
William: O próximo passo é exercer com todas as forças agregadas o dever de transmitir aquilo que pensamos de todas as formas possíveis e continuar afrontando o estado conservador para que o mesmo caia diante tudo o que vem acontecendo mundo a fora no que diz respeito aos direitos do povo e de busca a igualdade e justiça.

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